Jornal noticia o novo núcleo do projeto, na cidade do campeão olímpico Cesar Cielo; a primeira turma terá 60 crianças e jovens na piscina, com recursos captados pela Lei Paulista de Incentivo ao Esporte

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Leão da 13 deseja encontrar ‘novos Cielos’

Instituto de filho ilustre da cidade promove curso de natação para crianças de 6 a 15 anos no União Barbarense


 

Ídolo barbarense e brasileiro, Cesar Cielo tem seu nome escrito na história do esporte mundial. E não é porque vai ficar fora dos Jogos Olímpicos Rio 2016 que o nadador de Santa Bárbara d’Oeste deixará de ser uma inspiração para crianças e jovens.

Prova disso é que o União Barbarense decidiu abrir as portas de seu clube social para sediar o projeto “Novos Cielos”, idealizado pelo instituto que carrega o nome do nadador e financiado pela Lei de Incentivo ao Esporte.

Desde semana passada, a secretaria do Leão da 13 recebe inscrições para o projeto. São 60 vagas disponíveis para crianças de 6 a 15 anos. As inscrições são gratuitas. No lançamento do projeto, na primeira quinzena de maio, Cielo marcará presença no União para dar as boas-vindas aos os alunos. O projeto foi criado há três anos em São Paulo, onde reúne 170 atletas. O novo núcleo de Santa Bárbara pretende chegar ao mesmo número até 2018.

Responsável técnica do projeto e mãe do filho mais ilustre da cidade, Flávia Cielo se mostra empolgada com os primeiros resultados obtidos pelos garotos apadrinhados pelo nadador na capital paulista. “Eu e o Cesar estamos muito contentes com os resultados do projeto em São Paulo. Desde o começo trabalhamos em cima dos resultados e do nome que o Cesar conseguiu mundo afora. Queremos fazer a mesma coisa em Santa Bárbara”, comemora.

Cielo marcará presença no clube alvinegro para dar boas-vindas aos alunos. “O União Barbarense nos abriu as portas para um projeto a longo prazo, e muito importante para a cidade. É mais que um projeto esportivo. É também educativo e social”, emenda Flávia.

No vídeo oficial do projeto, Cesar Cielo também enfatiza o objetivo a longo prazo do curso. “Eu via muito projetos que ensinavam a prática do esporte. As crianças aprendiam a nadar e basicamente era só isso. Mas a gente não queria só ensinar a nadar. A gente queria dar oportunidade de competir, de continuar no esporte, e através disso conseguir coisas diferentes. Temos iniciação também, mas queremos continuidade. Queremos ver eles campeões paulistas e brasileiros”, destaca.